Os Quatro Mártires Coroados. Os chamados "Santi Quatro Incoronato".
Os quatros santos coroados são: Castório, Cláudio, Nicóstrato e
Sinfrônio e foram torturados e depois martirizados em Pannonia (hoje
Hungria) visto que eram escultores em Sirmium (antiga Jugoslávia) e
se recusaram a esculpir uma estatua pagã para o Imperador
Diocleciano (243-305). Um quinto mártir chamado Simplício também
morreu com eles.
Uma basílica foi erigida em Roma em honra desses mártires.

Na Colina de Caelian em Roma existe uma linda igreja chamada "Santi
Quatro Incoronato. Ela foi feita provavelmente no século sexto e
muito se tem escrito sobre os quarto mártires coroados .
Mas a Igreja comemora não 4, mas 5 mártires .
A explicação mais convincente é que os 5 homens que foram
martirizados em Pannonia um dos quais era Simplicio e este teria
sido foi omitido na contagem. Alguns tempo depois as relíquias de
quatro foram trazida para Roma e enterradas na Via Labicana e de
Simplicio teria ficado lá. A tradição diz que eles foram torturado
por não quererem fazer um escultura do deus Aesculapius, o deus
grego da medicina. Mais tarde o Papa Miltiades indicou os nomes dos
cinco com sendo os mártires coroados.
Ao lenda mais popular conta que eles eram grandes escultores em
pedra e trabalhavam juntos. O seu trabalho exibia um perfeito
equilíbrio entre a pedra e o espaço, e o Imperador Diocleciano havia
adquirido um certo número de trabalhos deles e admirava os mesmos.
Outros escultores menos talentosos, com inveja, persuadiram a
Diocleciano a ordenar uma escultura de Aesculapius sabendo que eles,
sendo cristãos, iriam recusar. Realmente os escultores educadamente
recusaram a esculpir a referida estátua.
Eles foram então ordenados a fazerem sacrifícios ao deus Sol. Isto
era ainda menos aceitável para eles.Quando o oficial de Diocleciano
de nome Lampadius, que estava tentando convecer os escultores a
oferecer os sacrificios, morreu repentimanemte, os seus parentes
culparam os escultores pela sua morte. Para aplacar os parentes,
Diocleciano ordenou que eles fossem amarrados vivos dentro de caixas
de chumbo e jogados no rio.
Esses dados do século quarto tem um especial interesse porque conta
onde era o quartel imperial, onde ficava a montanha onde os deuses
eram adorados (na montanha perto de Sirmium) e apresenta uma visão
das intrigas palacianas e dá a Diocleciano uma personalidade mais
humana do que a de um simples e sanguinário tirano, representado por
quase todos os demais martírios de sua época.
Os corpos foram enterrados mais tarde a três quilômetros de Roma e
mais tarde o Papa Gregório magno ( um estudioso dos mártires)
mencionou pela primeira vez na Igreja os "quatro mártires coroados"
e o Papa Leão IV em 841 trasladou as relíquias para a igreja da Via
Lavican. Quando a igreja foi quase destruída pelo fogo o Papa
Paschoal II a reconstruiu e no curso da reconstrução duas ricas
urnas–uma em mármore e outra em porcelana foram descobertas embaixo
do altar. As urnas foram depositadas em um cofre de pedra debaixo do
altar mor, quando foram de novo encontradas pelo Papa Paulo V.
Eles são venerados na maçonaria inglesa visto que os escultores em
pedra (maçons)da Idade Média tinhas os quatro mártires em especial
veneração. Existe ainda uma capela dos "quatro mártires coroados" em
Canterbury, Inglaterra, erigida em 619.
Na arte litúrgica da igreja os quatro homens aparecem com
ferramentas de escultores. As vezes as pinturas mostram o cinzel, a
coluna e ferramentas de escultura as vezes mostra Cláudio planejando
em uma prancheta e Sinfrônio e ou Simplicio com uma talhadeira e
Castório como um velho.
São padroeiros dos escultores e dos cortadores de pedras e os
trabalhadores em mármore. |