
NOTÍCIAS DE
BALASAR

A vinda dos restos mortais do P.e
Pinho
Conforme previsto,
pelas 16h00 do dia 14, iniciou-se em Balasar a celebração solene da Eucaristia,
presidida pelo Sr. Arcebispo, com a concelebração de uns
35
sacerdotes (diocesanos, jesuítas, salesianos…). Esta Eucaristia precedeu a
trasladação dos restos mortais do P.e Marino Pinho para o cemitério local. De
notar a presença do brasileiro P.e Expedito do Nascimento, que tratou de todos
os aspectos relativos à vinda dos mesmos restos mortais do Recife para Portugal.
A pequena urna (cerca
de um metro de comprimento por uns 30 de altura e de largura) estava sob o
altar.
O P.e Dário Pedroso
iniciou a celebração com uma breve apresentação do P.e Mariano Pinho, ligando o
seu nome à dinamização da Cruzada Eucarística, à criação da pequena revista
Cruzada, à direcção espiritual da Beata Alexandrina; à homilia, o Sr.
Arcebispo falou quer da Beata, quer do P.e Mariano Pinho, quer ainda da Família,
tema da actualidade diocesana.
No final, a urna foi
conduzida em grandioso cortejo para a capela-jazigo. À porta do cemitério era
distribuída uma pagela.
De notar a presença de
familiares deste jesuíta, duma peregrinação irlandesa, do representante do
Câmara Municipal, da italiana Maria Rita.
Na pagela lia-se esta
oração a pedir a intercessão do P.e Mariano Pinho:
Pai Santo, que, nos
vossos desígnios de amor, quisestes que o Padre Mariano Pinho, servo fiel e
amigo, fosse o confessor e director espiritual da Beata Alexandrina e o
cumulastes de grande virtude e de muita sabedoria para a ajudar no seu caminho,
concedei-nos por seu intermédio a graça … que com perseverança e confiança Vos
pedimos, em união com a Paixão de Jesus e com a sua presença na Santíssima
Eucaristia, e por meio do Imaculado Coração de Maria.
Por nosso Senhor
Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem.
A
apresentação do livro
Muita gente que veio
ou quis vir à apresentação de Até aos Confins do Mundo deparou-se com um
problema de falta de indicação clara sobre o local onde ela
ia
decorrer. Os próprios portões de acesso ao local estavam fechados.
Provavelmente, pessoas terá havido que se foram embora por não encontrar o
centro paroquial. Ainda assim, juntaram-se lá uma centena de participantes.
Apesar de o início
estar marcado para as 21h30, a sessão terá começado lá pelas 22h00. O Sr. P.e
Granja abriu a sessão cumprimentando toda a gente, falou depois o Prof. Fernando
Souto para apresentar o autor e a obra, pronunciou-se depois o autor sobre
alguns aspectos do livro e por fim usou da palavra o Prof. Luís Diamantino.
No final, dominava a
sensação de que tinha valido a pena: valido a pena editar o livro e valido a
pena ter vindo à sua apresentação.
A sessão de autógrafos
foi bastante concorrida, o que também diz do apreço que o livro granjeou.



|